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Rio de Janeiro/São Paulo, 28 de agosto de 2018.

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Fernando Haddad analisa o governo atual em coletiva com correspondentes internacionais

Fernando Haddad analisa o governo atual em coletiva com correspondentes internacionais
maio 20, 2019 ACE

Acadêmico, advogado e candidato à presidência em 2018, Fernando Haddad ouviu as perguntas dos correspondentes membros da ACE, por mais de uma hora e meia em entrevista coletiva, na sexta-feira (17 de maio). Entre os principais temas comentados estão o atual mandato de Jair Bolsonaro, uma auto crítica ao Partido dos Trabalhadores e a crise política e econômica da Venezuela.

A entrevista coletiva teve início com uma pergunta do correspondentes francês, Thierry Ogier, sobre as manifestações que ocorreram devido aos recorrentes cortes no setor da educação. Ao comentar sobre esse assunto, Haddad observou que no Brasil há um histórico de negligência nessa área. “Ele escolhe o campo da educação como um campo de batalha”, comentou ele sobre a posição de Jair Bolsonaro. Além disso, o advogado e acadêmico ainda citou a prioridade que foi dada a esse campo durante o governo Lula, tendo o ProUni e FIES, como exemplos de programas de incentivo aos estudantes de baixa renda.

 

 

Fernando Haddad também fez uma análise sobre o histórico de Jair Bolsonaro na política. “Não há um único discurso memorável, não uma intervenção digna de nota da parte dele”, analisa ele. Haddad também fez críticas à equipe econômica a qual o surpreende por não ter criatividade para oferecer alternativas para a situação da economia atual do país. “Não vejo dali nenhuma solução para o país”, aponta o acadêmico.

Quando olha para trás, Haddad diz que o equívoco do Partido dos Trabalhadores (PT) foi não ter admitido os próprios erros mas ainda sim diz que se surpreende pelo PT ter perdido para um candidato como Jair Bolsonaro. Ele ainda vê que esse desgaste do partido começou desde o ano de 2013, e assim com a perda da opinião pública o PT também não conseguiu enfrentar o debate sobre a reforma política. Além disso, Fernando Haddad reiterou a contribuição do partido para o país, “Ninguém pode negar que houveram problemas, mas o PT fortaleceu a justiça”.

A crise política na Venezuela, que têm afetado diretamente a economia do país também foi pauta na coletiva. Fernando Haddad comentou que não considera o reconhecimento de Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela, como uma solução para o país pois, segundo ele, “Não é a substituição que vai pôr fim na crise constitucional”. Para Haddad, o papel do Brasil é reconhecer que a crise está instalada.

Ao fim da entrevista coletiva, o cientista político comentou também sobre a legitimidade que vê na presidência atual. “Eu não vejo um crime de responsabilidade no governo Bolsonaro” concluiu Haddad. 

 

Por Nathália Matos