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A ACE é uma associação sem fins lucrativos criada para dar apoio ao trabalho de jornalistas estrangeiros sediados em Brasil. Mais de 30 nacionalidades já passaram pela associação, entre jornalistas que

Em 2015, reuniu 63 associados efetivos, de 23 nacionalidades, que trabalhavam para a mídia de 21 países de Europa, Asia e América.

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1. Realize o seu depósito na conta da associação:
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Modelo da carteirinha

 

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– Descontos para atividades culturais e cursos na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)

Valor de anuidade

Correspondentes em São Paulo ……………………. R$ 180

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1) Correspondentes estrangeiros devem se associar à associação presente na sua cidade de residência, seja São Paulo ou Rio de Janeiro;

2) Membros residentes em outros estados poderão pagar metade da anuidade, R$ 90,00 (noventa reais) por ano, para receber às informações e atividades das duas associações  (coletivas organizadas, viagens, cafés da manhã…)

3) O valor da anuidade dará o direito de receber a carteirinha da associação de São Paulo.

Contato ACIE – Rio de Janeiro: com acie@acie.org.br

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Rio de Janeiro/São Paulo, 28 de agosto de 2018.

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Jornalismo em quadrinhos e a presença da periferia nas pautas são temas do debate organizado pela ACE

Jornalismo em quadrinhos e a presença da periferia nas pautas são temas do debate organizado pela ACE
maio 24, 2018 ACE
  Cine Matilha recebe jornalistas engajados em novos formatos jornalísticos. Foto: Nathália Matos

 

Na última terça-feira (22/05) a Associação dos Correspondentes Estrangeiros de São Paulo realizou um debate no centro da capital paulista, no espaço Cine Matilha com a presença do autor do livro “Raul”, ilustrador e jornalista Alexandre de Maio, os co-fundadores da Agência Mural, Anderson Meneses e Vagner de Alencar e a mediadora do evento, a correspondente internacional Marie Naudascher.

O debate levantou a discussão sobre as novas formas de jornalismo, principalmente o jornalismo em quadrinhos, característico do trabalho de Alexandre de Maio, e o jornalismo das periferias feito atualmente pela Agência Mural.

Como referência no jornalismo em quadrinhos no Brasil, o autor de “Raul” falou um pouco sobre a dificuldade de produzir esse tipo de jornalismo devido ao pouco reconhecimento que ainda não permite que essa seja a sua única fonte de renda. De Maio contou sobre a sua rotina com a produção do livro a qual tomava seus fins de noite e pelo menos 10 horas diárias durante as suas férias.

Um dos pontos de encontro que o debate trouxe ao jornalismo em quadrinhos e o feito nas periferias foi a dificuldade em encontrar um apoio para esses novos formatos, novos olhares.

No entanto, Vagner de Alencar e Anderson Meneses comemoraram o sucesso atual da Agência Mural que em breve, após 7 anos de existência, receberá um financiamento capaz de tornar alguns funcionários fixos, com um trabalho voltado integralmente para a agência.

A Agência Mural hoje conta com 58 funcionários espalhados pelas comunidades de São Paulo que buscam todos os dias levar o melhor das periferias para as periferias e também para o restante da cidade. Com um jornalismo que evita manchetes sensacionalistas de violência e assistencialismo, a agência busca fugir do padrão de pautas dos grandes veículos que reduzem as periferias a violência e pobreza.

“O jornalista de fora sempre acha que o morador da periferia é personagem e nunca é fonte”, critica Vagner de Alencar sobre a cobertura de periferias nos veículos tradicionais.

Os co-fundadores Vagner e Anderson ainda disseram que acreditam um dia não precisarem existirem como uma agência voltada para o jornalismo nas periferias, isso porque eles têm como objetivo impactar a grande imprensa para que essa também tenha um olhar mais abrangente sobre as comunidades.

Os participantes ainda abordaram a importância da disponibilização de informações como por exemplo por meio da Lei de Informação e a constante curiosidade dos jornalistas que desejam criar novos formatos e inovar como forma de agregar diferentes públicos.

O debate teve o apoio da Editora Elefante, o espaço Matilha Cultural, Cine Matilha, Agência Mural e a Associação dos Correspondentes Estrangeiros de São Paulo.

Por Nathália Matos