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Em 2015, reuniu 63 associados efetivos, de 23 nacionalidades, que trabalhavam para a mídia de 21 países de Europa, Asia e América.

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tesoureiro@correspondentes.org.br
Assunto: COMPROVANTE ACE 2018-2019

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Modelo da carteirinha

 

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Valor de anuidade

Correspondentes em São Paulo ……………………. R$ 180

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Correspondentes no Rio de Janeiro: contate os nossos colegas de www.acie.org.br

 

Ponte Rio – São Paulo

As Associações de Correspondentes do Rio de Janeiro e de São Paulo formalizaram um acordo de cooperação na forma de participação dos associados em ambas as instituições.

1) Correspondentes estrangeiros devem se associar à associação presente na sua cidade de residência, seja São Paulo ou Rio de Janeiro;

2) Membros residentes em outros estados poderão pagar metade da anuidade, R$ 90,00 (noventa reais) por ano, para receber às informações e atividades das duas associações  (coletivas organizadas, viagens, cafés da manhã…)

3) O valor da anuidade dará o direito de receber a carteirinha da associação de São Paulo.

Contato ACIE – Rio de Janeiro: com acie@acie.org.br

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Rio de Janeiro/São Paulo, 28 de agosto de 2018.

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Relatório revela como o desmatamento é agravado pela violência e impunidade

Relatório revela como o desmatamento é agravado pela violência e impunidade
setembro 20, 2019 ACE

A investigação feita pela Human Rights Watch constatou que as redes criminosas na região da Amazônia são capazes de coordenar a extração, o processamento e a venda de madeira em larga escala e ainda dispor de homens armados para intimidar e, por vezes, executar quem busca proteger a floresta.

 

Em coletiva de imprensa para a apresentação do relatório “Máfias do Ipê: como a violência e a impunidade impulsionam o desmatamento na Amazônia brasileira” foram apresentados os resultados da pesquisa que durou 2 anos e contou com 170 pessoas entrevistadas, entre pesquisadores, indígenas e servidores públicos.

A principal conclusão do relatório elaborado pela instituição internacional, Human Rights Watch, é de que o governo brasileiro tem falhado em proteger aqueles que defendem a floresta. De acordo com dados compilados pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), na última década mais de 300 pessoas foram assassinadas devido a conflitos pelo uso da terra e de recursos naturais na Amazônia. No entanto, somente 14 foram julgados.

A Human Rights Watch teve acesso à investigação de 28 assassinatos e do total apenas 2 haviam sido julgados. “Quando tem repercussão nacional aí a polícia corre, caso contrário, não.” observou Daniel Wilkinson, Diretor de Direitos Humanos e Meio Ambiente da Human Rights Watch. Ainda segundo o relatório, essa impunidade está relacionada com o fato de a polícia não levar a frente as investigações e justificar essa falta de ação devido às deficiências locais e o fato das mortes ocorrerem em áreas remotas.

Wilkinson também apontou que o Brasil costumava ser modelo de como preservar suas florestas mas que hoje o governo atual tem colocado as pessoas em risco ao estar do lado daqueles que desmatam a terra.

Diante deste cenário, César Munhoz, Co-autor do relatório e representante da Human Rights Watch no Brasil, disse que o documento também traz recomendações ao governo, ao Ministério Público federal para que se faça mais e também para que haja acompanhamento dos casos de forma a coibir a violência.